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A Hitachi Energy anunciou investimento de R$ 385 milhões no Brasil para expandir a produção local de componentes críticos para transformadores. O investimento inclui uma nova instalação dedicada à fabricação de buchas e comutadores que será localizada junto ao complexo industrial de transformadores de potência já em construção em Pindamonhangaba (SP), bem como a expansão da produção de materiais isolantes em Guarulhos (SP).
A expansão fortalecerá a capacidade da Hitachi Energy de atender clientes em toda a América Latina com prazos de entrega menores, maior resiliência na cadeia de suprimentos e maior disponibilidade de componentes críticos para transformadores.
Além de criar mais de 120 empregos diretos nas duas localidades, a nacionalização da produção reduzirá significativamente a dependência de importações da Europa e da Ásia.
“O Brasil já possui uma expertise industrial bem estabelecida na produção de componentes para transformadores. Em 2026, atingimos o marco de 100.000 buchas e 4.000 comutadores produzidos localmente nos últimos 40 anos, um histórico que demonstra a capacidade técnica e o conhecimento que construímos no país”, afirma Alexandre Malveiro, responsável pelo Hub de Transformadores Latam da Hitachi Energy. “Com esse investimento, estamos dando mais um passo nessa jornada, expandindo nossa escala e incorporando tecnologias e processos ainda mais avançados para atender à crescente demanda nos mercados brasileiro e global”.
Este novo aporte eleva os investimentos totais da Hitachi Energy no Brasil para mais de US$ 350 milhões, como parte de uma estratégia abrangente para fortalecer a presença industrial da empresa no país.
A nova instalação contará com tecnologias de fabricação de ponta, com uma parcela significativa dos recursos direcionada à inovação e modernização dos processos produtivos, incluindo automação robótica, veículos guiados automatizados (AGVs) e digitalização das operações.
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Além disso, a unidade adicionará capacidade para buchas impregnadas com papel em óleo (OIP), além de aumentar a capacidade para buchas a seco impregnadas com resina (RIP) e sem papel, tecnologia cada vez mais solicitada pelos usuários finais da região para eliminar o risco de explosões e incêndios em subestações, além de proporcionar maior durabilidade e segurança para a rede elétrica.
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